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15 de outubro para além da sala de aula - curiosidades sobre os professores Balletianos

Foto do escritor: Nayara Calixto
Nayara Calixto
há 4 dias
4 min de leitura

O Dia dos Professores é uma data que nos convida a refletir sobre a importância desses profissionais para a formação dos indivíduos e para o desenvolvimento da sociedade, sendo fundamentais para a educação, a cultura e a transformação social. Algumas das missões de um(a) professor(a) é compartilhar conhecimentos, facilitar o processo de aprendizagem, despertar a curiosidade e estimular o pensamento crítico.


Independentemente de quem você seja ou da trajetória que tenha percorrido, certamente houve professores que marcaram a sua vida, seja na educação básica, em um curso de idiomas, em uma escola de dança ou em tantas outras experiências de aprendizagem. Cada um, à sua maneira, deixa ensinamentos que vão muito além do conteúdo que ensinam.


No universo da Dança, os professores desempenham um papel essencial não apenas no ensino da técnica, mas também na formação artística e cidadã, na expressão corporal e no desenvolvimento da criatividade e da confiança dos bailarinos. Na Balleto, acreditamos que a qualidade do ensino começa pela construção de uma boa equipe pedagógica. Por isso, a direção e a coordenação buscam professores comprometidos, capacitados e éticos, conscientes dos impactos que exercem na formação dos nossos alunos para além do desenvolvimento técnico.



Para celebrar essa data e convidar vocês a conhecerem um pouco mais nossos professores, o post de hoje também traz curiosidades sobre os integrantes do nosso corpo docente, relacionadas às suas trajetórias e às suas vivências na Dança:


Patrícia Leite: "Uma vez fui fazer uma pegada com um partner, ambos estavam muito suados, as mãos escorregaram, eu cai e eu quebrei um dente, partiu no meio."




Taína Pimenta: "Além de ser artista e professora de dança, também sou palhaça e pesquiso a palhaçaria feminina na UFRJ."




Bruna Bottino: "Esse ano, pela primeira vez, ganhei primeiro lugar em um festival internacional de dança com um trabalho de solo."




 Felipe Araujo: "Na minha primeira vez que dancei uma variação de repertório, competindo com 13 anos, eu fiquei tão nervoso que chorei tanto que até me urinei. Bônus - Curiosidade na vida: eu fiz parte de um grupo que cantava funk alternativo, uma espécie de bonde do rolê e éramos famosos na internet por causa do estilo e das músicas."




Ghuto Junior: "Tenho fobia de altura. Certa vez, ensaiando para a comissão de frente da Mangueira, fomos ensaiar a primeira vez com o tripé, que tinha quase 9 metros de altura. Até subi nele, mas fiquei estático, paralisado no centro dele me tremendo. Resumindo, quase rompi o contrato naquele dia, mas no final acabei me acostumando e rolou tudo bem, e consegui desfilar."




Juliana Freire: "Antes de dançar preciso bater 20 vezes em uma madeira, de preferência no chão do palco, e saltar 20 vezes, se não as coisas dão erradas no palco."




Nayara Calixto: "Minha segunda opção de profissão era ser professora de Geografia e, apesar de ser professora de balé e pesquisá-lo há muitos anos, a modalidade que eu mais gosto de assistir e que acho mais bonita é Jazz."




Rafaelle Araujo:  "Sou fã da 1D desde 2012, a primeira tatuagem que eu quis fazer, e a curiosidade melhor e engraçadinha é que eu sei todas as falas e a coreografia que eles fazem no final do clipe de Best Song Ever, tipo TODAS as falas do diálogo hahahahah."




Pâmella Bittencourt: "Quando eu tinha 5 para 6 anos de idade, eu tinha um cabelo enorme e eu queria ser bailarina e a minha mãe ia ver uma escola para me matricular. Uma certa noite, faltou luz na rua toda e a minha avó colocou uma vela na sala. Na falta do que fazer, decidi mostrar para família as piruetas que aprendi vendo na televisão. Meu cabelo passou na vela e comecei a pegar fogo na cabeça. No dia seguinte, precisei cortar um Chanelzinho SUPER curto porquê o meu cabelo tinha virado farelo."




Marisa Marttin: "Curiosidade, eu sou a bailarina que por um pase de mágica evaporei do palco. Na época estava dançando a obra Carmina Burana, em Buenos Aires, e em uma parte da coreografia fazíamos uma roda no fundo do palco, tudo no nível baixo. Sem querer fazendo uma pirueta chutei o telão de fundo que era de veludo muito pesado, com tanto azar que me enrosque no telão e fui engolida. Foi tudo muito rápido, na hora não entendi nada, e por um passe de mágica apareci no corredor fora do palco, foi desesperador. Tive que ficar espiando a coreografia por baixo do telão e achar a oportunidade para entrar novamente de forma discreta. O restante do elenco ficou desconcertado, ninguém entendia nada, quando consegui me integrar novamente ao espetáculo calculei errado e, ao deslizar rapidamente por baixo do telão, terminei deitada por cima de outra bailarina. Sorte que era uma parte da coreografia bem caótica que representava o inferno e, assim, não comprometeu muito o todo 😂😂😂".



Parabenizamos e nos orgulhamos de cada professor Balletiano, cuja dedicação com nossos alunos e compromisso com o ensino da Dança são fundamentais para construção da escola que somos. Sem eles, a nossa escola não seria o ambiente de excelência artística que é! Feliz dia dos professores! 


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