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Diversidade e o balé clássico do Festival de Dança de Joinville 2026
Em 2022, a ausência de jurados negros no Prix de Lausanne gerou indignação e provocou um amplo debate sobre representatividade no balé clássico. Quatro anos depois, cabe refletir sobre a realidade brasileira: como está a representatividade nos principais festivais de dança do país, na atualidade, na modalidade balé clássico? Há uma presença significativa de profissionais negros nos espaços de maior prestígio? Há diversidade nos júris das competições e nas atividades pedagógic

Nayara Calixto
4 de ago.5 min de leitura


Os métodos e os estilos do balé clássico (parte 2): por que ainda não temos um método brasileiro de ensino do balé?
Na primeira parte da sequência de posts sobre os chamados métodos e estilos do balé clássico, discutimos os diferentes pontos de vista de pesquisadores e professores sobre a classificação do que é um método de ensino do balé e do que caracteriza um estilo. Já no post de hoje, refletiremos sobre as possibilidades e implicações de pensar um método brasileiro de ensino do balé clássico. Para isso, é importante compreender que uma aula de balé clássico é composta por diferentes d

Nayara Calixto
30 de jun.6 min de leitura


Os métodos e os estilos do balé clássico (Parte 1)
Os chamados métodos do balé clássico são formas de ensinar, treinar e praticar essa técnica de dança. Ou seja, são sistemas de ensino bem estruturados de treinamento e formação de bailarinos e bailarinas. Entre os métodos de ensino mais difundidos e reconhecidos internacionalmente, vinculados às grandes escolas de balé, estão o Francês, o Italiano (Cecchetti), o Inglês (Royal Academy of Dance), o Russo (Vaganova) e o Cubano. Além desses métodos, o Dinamarquês (Bournonville) e

Nayara Calixto
23 de jun.3 min de leitura


Dança e alta performance: O balé clássico é um esporte?
Na última aula de Teoria e Balé de Repertório da Balleto, ministrada por mim e pela Profa. Isadora Almeida, foi levantada a discussão sobre o balé ser ou não um esporte. No primeiro momento, ao perguntar às alunas se elas entendiam o balé como um esporte, recebemos respostas indecisas. Mas, com diálogo e pensamento crítico, em grupo, concluímos que, como bailarinas, precisamos nos preparar fisicamente de forma semelhante a um atleta. No entanto, primeiramente, somos artistas

Nayara Calixto
24 de fev.4 min de leitura
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